Fugi dos temporais da imaginação
Das tramas do destino insólito diante de
mim
Náuseas…
Como um marinheiro noturno
Em naus trepidantes de ondas agitadas
Contando estrelas polidas pelos ventos
As brisas nasais e a respiração ofegante
Chamas trêmulas de uma vela de cera
Infinitos turvos de auroras mortas
Fuga insana
Por caminhos pedregosos e íngremes
Na vastidão de tempos e montanhas
O ponto geográfico de uma alma perdida
Vaga a flutuar em questões nunca
respondidas
Nessa insana consternação solitária
Contei mil ocorrências
Num perímetro de linhas de um livro
Ficou minha assustadora história
C. J. Jacinto
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