Faz uma incisão na tua vida
Sejam os vales vulgares, cultivados
Arranca as ervas daninha e abrolhos
Acende uma lapada de azeita
Bate as olivas na tua consciência
Remove a poeira imprestável
Essas sombra ásperas que poluem
O teu homem interior
Abre sulcos em tua alma
Semeia a coragem dentro dela
Porque quando lá fora tudo estiver
Morto e frio
Dentro de ti haverá luzes e flores.
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