Pisando espinhos
Aprendi a sofrer a dor
Enfrentado as dificuldades
Aprendi a ser corajoso
Suportando os insensatos
Aprendi a ser prudente
Sendo desprezado
Apreciei a solidão
Acima de todas essas coisas
Descobri que não importa
Qual seja o tempo do homem
Pelo diabo seria ele engando
Ao Cristo Salvador
Por tais, pra sempre seria crucificado.
Clavio J. Jacinto
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Jardins
Um homem que insiste em viver na lama, não pode ser convencido que que existem flores no jardim
Clavio J. Jacinto
Orgulho e Escuridão
Não reclame do caminho escuro, pois as vezes muitos que seguem essa senda, nunca permitiram que a luz iluminasse o caminho para preservar a existência do orgulho próprio.
Clavio J. Jacinto
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Superfluo ou Essencial?
Nunca devemos valorizar demasiadamente as coisas sem importância, porque uma enfase no supérfluo sempre tende a perda da valorização no essencial.
Clavio J. Jacinto
Clavio J. Jacinto
A TEMPESTADE
A voz do trovão ordena as chuvas
Descem as gotas pelos cais do mundo
Presa nas trevas estava minha alma
Mas em santo refugio encontrou o amor
As roseiras libertam as doces pétalas
Os espinhos rasgaram as paredes da dor
Em grilhões de ânsias, tanto clamei
Queria um descanso e uma esperança
Os espantalhos são arrancados dos montes
A escuridão ecoa pelo entardecer
Um murmúrios a minha alma canta
teu consolo e tua proteção chegaram
Livre navego no ermo que floresceu
A eira das perolas brilham, amanheceu
As estrelas jubilam depois da noite
A força da fé é abrigo no porto da esperança
Clavio J. Jacinto
Descem as gotas pelos cais do mundo
Presa nas trevas estava minha alma
Mas em santo refugio encontrou o amor
As roseiras libertam as doces pétalas
Os espinhos rasgaram as paredes da dor
Em grilhões de ânsias, tanto clamei
Queria um descanso e uma esperança
Os espantalhos são arrancados dos montes
A escuridão ecoa pelo entardecer
Um murmúrios a minha alma canta
teu consolo e tua proteção chegaram
Livre navego no ermo que floresceu
A eira das perolas brilham, amanheceu
As estrelas jubilam depois da noite
A força da fé é abrigo no porto da esperança
Clavio J. Jacinto






