No oceano da misericórdia divina
Infinita é a profundidade
Aguas da vida eterna
Desde o infinito do Seu amor
Nesse mar bendito
Mergulhamos em oração
E ninguém morre afogado nele
Quanto mais profundo
Mais vida haverá
Clavio J. Jacinto
A estética das palavras para exaltar a DEUS
No oceano da misericórdia divina
Infinita é a profundidade
Aguas da vida eterna
Desde o infinito do Seu amor
Nesse mar bendito
Mergulhamos em oração
E ninguém morre afogado nele
Quanto mais profundo
Mais vida haverá
Clavio J. Jacinto
Vida derramastes em mim
Tu és meu amparo eterno
Senhor da mina existência
Tu me guias pela eternidade
Pelos caminhos da felicidade infinita
Transportas a minha alma
Pelos recônditos e refugio do amor
Em Ti tenho descanso
Como a noite que após a alva
Adormece na glória do amanhecer
CJJ
Numa entrega absoluta ao Senhor
Como pedra bruta
Que precisa ser lapidada
Pois o quebrar dele
Provocam frestas necessárias
Para que a semente
Das virtudes de Cristo
Germinem dentro de mim
CJJ
Descanso (Augustus Toplady)
De onde vem esse medo e incredulidade?
O Pai não lamentou
Seu Filho imaculado por mim?
E o justo Juiz dos homens
me condenará por aquela dívida de pecado
Que, Senhor, foi cobrado de ti?
Completa expiação tu fizeste,
E até o último centavo pagou
o que teu povo devia;
Como então pode ocorrer ira contra mim
Se protegido em tua justiça,
E aspergido com teu sangue?
Se obtiveste minha quitação,
E livremente em meu quarto suportou
Toda a cólera divina,
Deus não pode exigir pagamento duas vezes —
Primeiro pela sangrenta mão do Fiador,
E então novamente pela minha.
Volte-se então, minha alma, para o teu descanso!
Os méritos de teu grande Sumo Sacerdote
Compraram tua liberdade;
Confie em seu sangue eficaz,
nem tema seu banimento de Deus, uma
vez que Jesus morreu por ti.
Amém!
Por passadas tristezas
Minha alma distante
Em ternas saudades
Vendo meu coração
Palpitar por tanto amor
Pois o que resta viver
Viverei em Ti somente
Na esperança acima da dor
CJJ
Dá todas as flores
E todas as flores dão
Todos os perfumes e aromas
Assim como a doçura do mel
É o labor de todas as abelhas
O outono destila todos os sabores
Assim também a minha alma
Por Ti Senhor tem bendita afeição
Pois é a minha terna alegria
Apreciar a Tua eterna misericórdia
C. J. Jacinto
O Vale de Ossos Secos
Ossos secos sem vida
Separados
Silencio do vale da quietude
Sossegados
Grãos de morte em plenitude
Semeados
Ossos secos sem vida
Ressequidos
Sem nervuras e gemidos
Ossos exilados sem sepulcros
Jardim sem flores descanso de paz
Poeira que jaz
Fim do porto das batalhas
Um cais
Ossos secos cores nubladas
Minadas no sopro da calma
cadáveres sem alma
Cena estranha e calafrios
O fervor da calma
Soldados secos
Náufragos nus de carne
Insepultos da areia
Ossos secos ouvem a trombeta
Não é um vento e nem tormento
É um ímpeto de poder de vida
Um sopro de hálito celestial
Um grande ruído de ossos
Colossal
O mortal
Revestindo-se de vitalidade
Tão grande e portentosa paisagem
A vida emerge de tal aragem!
Firmai os pés no chão abatido da dó
A ressurreição das partículas do pó
Confusão barulho e transtorno
Vidas que morreram e retornam
O Senhor dá a vida
Ordena ou condena
Ele sopra sobre poeira de ossos
Faz a vida brotar desse fosso
O profeta profetizou
Revestido de autoridade celeste
De poder se reveste
É vestido com um manto de glória
Tragada foi a morte pela vitória
Ressurreição dos mortos
Ressurreição de uma nação
A grandeza da elevada conquista
A imortalidade que reluz
Não é obra de uma razão humanista
Mas de uma obra consumada na cruz
CJJ