Há nas alturas infinitas de meus sonhos
Um castelo feito de lagrimas congeladas
Suspensa num éter de perfumes sacros
Morada permanente de minhas lamentações
Mas, silenciosamente quebrei o ruído
Que inerte agonizava no chão embutido
Gritando no vazio
Tremulo de infinitos.
A terra vasta de todas as alimárias suspensas
Num hostil olhar se de medo que suava frio
A fuga da minha alma
Temente inerte de tão brusca escuridão
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